Cérebro dos viciados em Raspadinhas vão ser estudados pela Universidade do Minho

O CES (Conselho Económico e Social) vai avançar com o estudo sobre Cérebro dos viciados em Raspadinhas tendo assinado hoje um protocolo de cooperação com os responsáveis pela investigação e as quatro entidades financiadoras do projeto. No entanto, serve para perceber quais os motivos que levam a uma levada dependência dos apostadores neste tipo de jogos de sorte ou azar.


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Segundo o presidente do CES, o objetivo da investigação não é procurar um conjunto de patologias para impor uma cura; mas sim de dar a conhecer às entidades públicas, o que leva ao excessivo consumo do jogo, sobretudo pela camadas mais frágeis da sociedade.

“Este estudo vai ser feito com total independência e tudo isto pode ser desmentido. Mas se se concluir que se trata de uma situação de saúde mental, é preciso ser divulgado”.

O presidente do CES, Francisco Assis, tinha manifestado há mais de um ano a intenção de promover este estudo. Contudo, a pandemia da covid-19 e a falta de meios financeiros foram adiando a sua concretização.

Fases do estudo: Cérebro dos viciados em Raspadinhas

Portanto, o estudo vai-se desenvolver em três fases, destinando-se a primeira a fazer a caracterização sócio-económica de quem joga raspadinha, através de um inquérito a toda a população, com base numa amostra de 2.000 pessoas.

A segunda e a terceira fases do estudo focam-se nas pessoas que jogam a raspadinha e usam métodos diferentes para chegar a um diagnóstico; nomeadamente fazendo ressonâncias magnéticas às pessoas com processos complexos de dependência.

Contudo, Francisco Assis falou da ideia deste estudo após o anúncio da criação de uma nova raspadinha para financiar a recuperação do património cultural. Dado que vários investigadores alertaram para as consequências negativas deste tipo de jogo, com um alto grau de adição por ser um jogo acessível, fácil de jogar, barato e ter um resultado instantâneo.

Segundo o CES, existem indícios de uma maior prevalência junto das classes mais desfavorecidas e das camadas mais frágeis da sociedade.

Cérebro dos viciados em Raspadinhas vão ser estudados pela UMinho

No entanto, em 2018, os portugueses gastaram perto de 1,6 mil milhões de euros em raspadinhas; (4,4 milhões por dia), o que equivale a 160 euros por pessoa.

No mesmo ano, em Espanha foram gastos cerca de 600 milhões, o que representa cerca de 14 euros por pessoa.

Portugal é o país da Europa com maior gasto per capita em raspadinhas, o que representa mais do dobro da média europeia.

Em 2019, a receita com a raspadinha cresceu 7,8% face ao ano anterior, atingindo 1.718 milhões de euros.

Portanto, a raspadinha representa mais de 50% da receita de Jogo da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que também vai colaborar no estudo.

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